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quinta-feira, 31 de maio de 2012

ONU recomenda fim da Polícia Militar no Brasil


Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu nesta quarta-feira (30) ao Brasil maiores esforços para combater a atividade dos "esquadrões da morte" e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de numerosas execuções extrajudiciais.
Esta é uma de 170 recomendações que os membros do Conselho de Direitos Humanos aprovaram nesta quarta como parte do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, uma avaliação à qual se submetem todos os países.
A recomendação em favor da supressão da PM foi obra da Dinamarca, que pede a abolição do "sistema separado de Polícia Militar, aplicando medidas mais eficazes (...) para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais".
A Coreia do Sul falou diretamente de "esquadrões da morte" e a Austrália sugeriu a Brasília que outros governos estaduais "considerem aplicar programas similares aos da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) criada no Rio de Janeiro".
Já a Espanha solicitou a "revisão dos programas de formação em direitos humanos para as forças de segurança, insistindo no uso da força de acordo com os critérios de necessidade e de proporcionalidade, e pondo fim às execuções extrajudiciais".
O relatório destaca a importância de que o Brasil garanta que todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente e que se combata a impunidade dos crimes cometidos contra juízes e ativistas de direitos humanos.
O Paraguai recomendou ao país "seguir trabalhando no fortalecimento do processo de busca da verdade" e a Argentina quer novos "esforços para garantir o direito à verdade às vítimas de graves violações dos direitos humanos e a suas famílias".
A França, por sua parte, quer garantias para que "a Comissão da Verdade criada em novembro de 2011 seja provida dos recursos necessários para reconhecer o direito das vítimas à justiça".
Muitas das delegações que participaram do exame ao Brasil concordaram também nas recomendações em favor de uma melhoria das condições penitenciárias, sobretudo no caso das mulheres, que são vítimas de novos abusos quando estão presas.
Neste sentido, recomendaram "reformar o sistema penitenciário para reduzir o nível de superlotação e melhorar as condições de vida das pessoas privadas de liberdade".
Olhando mais adiante, o Canadá pediu garantias para que a reestruturação urbana visando à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 "seja devidamente regulada para prevenir deslocamentos e despejos".
FONTE: Gazeta do Povo 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Integrantes da Guarda Municipal de Curitiba recebem treinamento para a Copa do Mundo


Integrantes da Guarda Municipal de Curitiba recebem treinamento para a Copa do Mundo

 
principalComo parte da preparação para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, integrantes da Guarda Municipal de Curitiba estão sendo capacitados em técnicas de pilotagem e uso de armamentos não letais. No curso de Técnicas de Pilotagem em Motocicletas, com carga horária de 24 horas, os integrantes da Guarda Municipal recebem aulas de condução para atuar em diversas modalidades de pilotagem. Com 63 horas de duração, o principal objetivo do curso de Espingarda Calibre 12 é preparar o Guarda Municipal na utilização adequada do armamento, utilizando munições não letais com a finalidade de ações de grande movimentação da população como jogos e shows. Outras metas do curso são preparar o agente para uma ação defensiva; realizar técnicas de pilotagem em baixa velocidade; identificar gestos de um motociclista; desenvolver deslocamentos em comboio com motocicletas; apresentar e realizar tipos de escolta e seu funcionamento; funções dos integrantes de uma escolta e planejamento de uma escolta. “Curitiba está trabalhando para ser um dos destaques positivos da Copa no Brasil. O prefeito Luciano Ducci tem sido muito rigoroso com todos os procedimentos de preparação para o mundial. A questão da segurança é uma das prioridades”, explica o secretário de Defesa Social, Nazir Chain. Além de diversos cursos oferecidos aos profissionais da área de segurança, entre os procedimentos previstos por Curitiba para receber o mundial estão a ampliação do sistema de vídeomonitoramento, que passará das atuais 116 câmeras para 450, o reforço do Grupamento Tático de Motos e o treinamento dos guardas para atender os visitantes com informações turísticas.
 

sábado, 21 de abril de 2012

Artigo segurança – A força da comunidade no combate ao crime


Por Gustavo Fruet

Em 2011, 777 pessoas foram assassinadas em Curitiba. Se somados os municípios que formam a região metropolitana este número sobe para mais de 1.700 homicídios.
Os números, que são dos jornais Tribuna do Paraná e Paraná Online e têm como base relatórios do Instituto Médico Legal (IML) e levantamentos nas delegacias responsáveis pelos inquéritos, evidenciam que atual política de segurança pública não está sendo eficaz para conter o avanço da criminalidade.
Recente estudo, divulgado em janeiro de 2012 pela organização não governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, revela que Curitiba é a 39ª cidade mais violenta do planeta. Especialistas da entidade listaram as 50 cidades mais violentas em todo mundo. O topo da lista é ocupado pela cidade de San Pedro Sula, em Honduras, com uma taxa de 158,87 homicídios para um grupo de 100 mil habitantes. Em segundo lugar, está Juárez, no México, com uma taxa de 147,77. Em Curitiba, a taxa é de 38,09.
Na mesma linha, reportagem da Revista Veja publicada no início de fevereiro de 2012 – elaborada com base no estudo “Mapa da Violência 2012” do Ministério da Justiça – aponta que de 2000 a 2010, Curitiba saltou da 20ª para 6ª posição em número de homicídios. A cidade subiu tanto no ranking porque dobrou sua taxa de homicídios. Hoje, são 55 para 100 mil habitantes – a média nacional é de 26 homicídios por 100 000 habitantes. A capital paulista, por exemplo, fez o caminho inverso. São Paulo, que ocupava a 4ª posição no final dos anos 1990 caiu para o 27º lugar uma década mais tarde. No mesmo período, o Rio de Janeiro saiu da 6ª para a 23ª posição.
Portanto, apesar de todos os esforços dos comandos das policias civil e militar, os moradores de Curitiba e região já não se sentem seguros. A questão da segurança pública requer um envolvimento direto da administração municipal, para que as ações sejam executadas em parceria com as comunidades.
Hoje, é preciso pensar Curitiba como um todo no momento da construção de um projeto de segurança. São quase 1,8 milhão de habitantes vivendo em nossa cidade em bairros com as mais variadas realidades econômicas e sociais.
São essas pessoas, que estão convivendo com sua comunidade, que devem apontar as prioridades locais no enfrentamento a violência. A partir daí, cabe a administração municipal colocar em prática as ações.
A degradação do espaço urbano contribui para pressionar os índices de violência. O assentamento desordenado de populações em áreas carentes de equipamentos públicos, como por exemplo, áreas de lazer, são fatores que geram tensão. A organização urbana faz com que algumas regiões, especialmente nas periferias, se tornem praticamente impermeáveis à presença do Estado. Onde os serviços públicos não conseguem chegar, como a polícia, a escola e a saúde, abre-se espaço para o crime organizado e o tráfico de drogas. Tudo isso decorre da falta de planejamento ou mesmo de controle, já que muitas cidades possuem o seu plano diretor, mas não conseguem aplicá-lo.
Estudo
Quando assumiu a Prefeitura de Curitiba em janeiro de 2005, a atual administração tinha em mãos um diagnóstico da segurança pública, elaborado no ano anterior.
O documento, produzido por uma empresa de consultoria contratada através da Secretaria Municipal de Defesa Social, sugeria medidas emergenciais de reestruturação do modelo de gestão da segurança em Curitiba e, principalmente, da Guarda Municipal.
Entre as prioridades apontadas pelo relatório estava a ampliação do efetivo da Guarda Municipal, construção de uma academia própria para formação da corporação, criação do Conselho Municipal de Segurança, investimento em inteligência, informatização e equipamentos, ampliação do sistema de videomonitoramento e aproximação da guarda com a comunidade.
Muitas destas sugestões foram incluídas nos Planos de Governo protocolados em cartório nas campanhas eleitorais de 2004 e 2008.
Porém, nem todas sugestões foram implantadas e com a transição de governo (março de 2010), algumas sequer saíram do papel. É o caso da proposta de construção da Academia e da nova sede da Guarda. Vários estudos e propostas foram realizados, como a procura de terreno, utilização de prédio, projeto de construção e implantação no IPPUC com área para formação e treinamento de tiro.
Efetivo
Para conquistar o primeiro mandato em 2004, houve um compromisso dos atuais administradores em contratar mil novos guardas nos quatro anos seguintes. Pouco mais da metade foi de fato contratada. Foram contratados 754, o restante acabou ficando para o governo seguinte (2009-2012). Em 2009, foram incluídos 200 homens, ficando acertado que os outros 300 seriam admitidos em 2010 (150) e 2011 (150). 

Este compromisso perdeu continuidade na transição de governo e novamente foi descumprido, mesmo com a previsão no Plano de Governo e na Lei Orçamentária Anual. Indignados, os guardas aprovados no concurso de 2008 fizeram uma manifestação no início de 2011, cobrando a contratação.
O compromisso poderia ter sido cumprido caso o vice seguisse com o Plano de Governo.
Resumindo: Desde 2005 até o momento, foram incluídos 754 novos guardas. Porém, outros 305 deixaram a corporação por motivos diversos (falecimentos, aposentadorias e demissões).
Hoje, o efetivo da Guarda Municipal de Curitiba não passa de 1.650 homens – em 2004 eram 1.300. Devido a licenças médicas, férias e cessão de servidores, a capital paranaense conta de fato com pouco mais de mil guardas para o trabalho do dia a dia. É a mesma tendência que diminuiu o número de policiais no Estado do Paraná.
A recomposição e aumento do quadro (tão prometidos) é medida urgente e necessária.
Mas, independente deste problema e debate, há que se ter também efetiva preocupação com a otimização do efetivo existente, utilizando como exemplo, o georeferenciamento – aumentando o efetivo, tanto quanto possível, nas regiões mais conflituosas.
Videomonitoramento
A ampliação do sistema de câmeras de segurança é outra promessa que dificilmente sairá do papel. Em agosto de 2011, o atual prefeito garantiu que até a Copa do Mundo de 2014, Curitiba terá 450 câmeras em operação. Hoje, o sistema de vídeo monitoramento conta com 93 equipamentos, sendo que as últimas 03 estão sendo instaladas no Capão Raso por  interferência de vereador. Ou seja, são mais 350 câmeras para serem instaladas em dois anos. Desde 2005, ou seja, em sete anos foram instalados pouco mais de 88 câmeras.
Além disso, alguns dos atuais equipamentos estão fora de operação devido a problemas técnicos.
É importante salientar que em 2010 estava tudo certo para a implantação de 52 câmeras fixas e cinco móveis no Bairro Novo e mais 20 câmeras móveis na região central (com licitação feita) e que não foram concluídas com a mudança de governo.
Será importante aperfeiçoar a sintonia entre os sistemas do município. Integrar os sistemas de monitoramento e melhor utilizar o georefenciamento administrado pelo Instituto Curitiba de Informática (ICI).
Como referência, a cidade de Recife (PE) utiliza sistema com postes com câmeras, sirene e alto-falante que falam com as pessoas ao redor do setor que monitoram, por exemplo, vândalos e criminosos de outra espécie, além de também servirem de meio de comunicação com a central de controle.
Módulos
A atual administração se comprometeu ainda em construir, no segundo mandato, 11 novos módulos da Guarda em praças, parques e avenidas. Até o momento, somente duas obras tiveram início. Uma foi concluída após a transição (Zoológico). O módulo do Parque Atuba chegou a ser licitado, mas o processo não foi concluído.
Em junho de 2010, quando o vice assumiu a Prefeitura, todos os 11 processos estavam em andamento. Deste total, seis seriam construídos com recursos da Prefeitura e cinco através de emendas parlamentares. No entanto nada mais foi realizado.
Além de transmitir tranquilidade para a população, os módulos seriam ainda instrumentos importantes para ajudar a Guarda a cumprir o desafio de se aproximar da comunidade.
Por questão de custo e efetivo, pode-se ainda buscar alternativas que garantam a presença da guarda na comunidade.
Havia um projeto em andamento (Segurança Cidadã), que iria aproximar a Guarda Municipal da população. Os veículos foram comprados, os guardas capacitados, mas não foram definidas, pela Secretaria de Planejamento, as áreas onde desenvolver o trabalho.
Como alternativa e já comprovada, a tendência majoritária é a do policiamento comunitário. O ideal é mantermos os mesmos guardas nos mesmos setores, com visitas a residências e estabelecimentos comerciais, oferecendo cartões pessoais para serem contatados em urgência (que pode ser controlado). É uma forma de gerar interação, conhecimento e estabelecer laços de confiança dos moradores com a Guarda e vice-versa.
Outra medida é o conceito de módulos móveis ou, até mesmo, do uso do conjunto formado por uma viatura e duas motos em trabalho de rondas, o que pode trazer mais eficácia do que a mobilização de um efetivo em uma construção fixa.
Outras recomendações da consultoria, que constavam no diagnóstico entregue à Prefeitura no início de 2005, também foram ignoradas.
A proposta da academia própria chegou a ser cogitada. Mas, por falta de recursos e planejamento, a formação da corporação continua dependendo de parcerias com forças de segurança estaduais.
Os Guardas necessitam de constante treinamento para esse tipo de policiamento, trabalhando com base no respeito aos direitos humanos e na atuação com metas. Respeitar direitos humanos significa, entre outras coisas, diminuir a letalidade nas ações, podendo ser utilizado, como exemplo, o “método Giraldi” que visa preservar a vida. Em decorrência do seu emprego no atendimento de situações conflituosas, as ações seriam respectivamente: 1) verbalização; 2) uso de equipamentos não letais; 3) em último caso, uso de arma de fogo.

Treinamento, formação, planejamento, respeito e apoio.
A criação do Conselho Municipal de Segurança também não avançou. Os investimentos em inteligência, informatização e equipamentos foram ínfimos e não atenderam aos padrões mínimos sugeridos pela consultoria.
Na gestão do vice, em 2011, foi transferido o Departamento de Inteligência da Secretaria Antidrogas para a Secretaria Municipal de Defesa Social.
O objetivo é aprofundar o trabalho de prevenção e integração, entre as polícias e entre estas e a comunidade e a estrutura da administração.
Resultado
A inoperância e oscilações do administrador atual combinadas com o crescimento populacional acelerado da Grande Curitiba acabaram fazendo com que a violência atingisse índices nunca antes registrados.
A população das 25 cidades que compõem a região metropolitana de Curitiba cresceu 22% na última década, enquanto a do município de Curitiba aumentou 11% o que reforça a necessidade de ação integrada e sintonia  na região.
Os resultados do estudo do Ministério da Justiça evidenciam que a atual administração não tem conseguido mudar esta lógica. A ação tem que ser efetiva e eficaz!
Prefeitura – Estatísticas das policias civil e militar confirmam que a maioria dos crimes acontece em ruas pouco iluminadas e de baixo fluxo de veículos. Assim, fica claro que a intervenção da Prefeitura na urbanização destes locais pode contribuir significativamente para redução dos índices de criminalidade.
Ao administrador municipal cabe concretizar políticas públicas de ocupação social nos bairros, urbanização de locais deteriorados, proteção as escolas e seus alunos e professores, políticas apropriadas aos jovens, combate ao tráfico de drogas e melhorias nos sistemas de tratamento de usuários/dependentes e estímulo aos segmentos religiosos para o trabalho de apoio as famílias. Hoje, na luta pela sobrevivência, pai e mãe trabalham, muitos não encontram ou não dão o devido tempo para o diálogo, o acompanhamento e a cobrança de uma melhor educação dos filhos.
Outras estratégias também devem ser empregadas, como coleta de lixo, mais recursos em iluminação publica, pavimentação de ruas e investimentos em criação ou recuperação de locais de lazer. Devem ser priorizadas as comunidades mais carentes e áreas apontadas pelo georeferenciamento. Nunca é demais lembrar que onde chega a mão forte do poder público e a ocupação dos cidadãos de bem, saem os malfeitores e desocupados.
Finalmente – porém, não menos importante – é fundamental a mobilização da comunidade para a melhoria da segurança da cidade. Ora, se é ela quem realmente sofre com o problema, nada mais justo e natural do que ter sua opinião consultada.
Veja-se alguns exemplos considerados bem sucedidos de ajuda da comunidade: o projeto Prevenindo com Formação Integral (da Associação de moradores da Vila Oswaldo Cruz II); os cursos mantidos pela ONG Anjos do Bolsão Sabará (Projeto Amigos Nova Jerusalém, Organização); o projeto Vida, na Vila Barigui; os projetos “Rumo ao Futuro”, “Educar é transformar”, “Gol do Futuro”, “Inovar” e “Pró-Jovem”, da associação de Moradores das moradias Zimbros, na Vila Sandra.
Em suma, como prefeito, assumir a questão da segurança e não simplesmente só cobrar a responsabilidade da União e do Estado. É preciso querer fazer história!


domingo, 25 de março de 2012

Poluição Sonora: Está na Hora de Acabar!


CURITIBA poluição sonora já esta na hora de acabar.


VAMOS INICIAR UM MOVIMENTO CONTRA A PERTUBAÇÃO DO SOSSEGO. 
DIGA NÃO A POLUIÇÃO SONORA QUE INVADE E PERTURBA A TODOS EM SUAS CASAS, NOS CARROS, NOS PARQUES, NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEL E EM QUALQUER LUGAR ONDE O PODER PÚBLICO SE OMITE EM CUMPRIR A SUA FUNÇÃO CONSTITUCIONAL QUE É:
"trazer o equilíbrio e a harmonia na vida em sociedade."
LEIA O TEXTO ABAIXO:
Mais uma noite sem dormir.

Peço a gentileza de todos os meus amigos para repassar este texto para sua lista de contatos, principalmente pessoas em evidência na ARENA POLÍTICA.

O tema, de novo, é som alto.

Moro no bairro Pilarzinho, nas proximidades da divisa com Almirante Tamandaré. Sou o tipo de pessoa que entende que meus direitos acabam onde o do próximo começa, sem isso, amigo, a vivência coletiva é impossível.

Por volta das dez e meia da noite comecei a ouvir um som num volume tão alto que cheguei a pensar que algum carro estivesse fazendo algum tipo de propaganda na frente da minha casa. Quando a abri a janela percebi que se tratava de um, por falta de um termo mais correto, BAILE FUNK, bem ao estilo dos morros cariocas.

O som era altíssimo, na verdade ensurdecedor, na direção inversa da qualidade daquilo que era tocado. Música, se assim posso chamar, intercalada por expressões baixas, do tipo que fazem corar "uma mulher de mente mais livre".

Esperei, porque imaginei que aquilo não poderia ir muito longe, engano, ledo engano. Por volta de uma e meia da manhã (porque esperei tanto?) liguei, como muitas outras pessoas devem ter feito naquela noite, para o 190. Estou em Curitiba, mas o local do baile era Tamandaré.

Esperei um tempo e nada, talvez, pensei, porque dei uma localização aproximada. As seis da manhã eu deveria estar de pé porque era meu dia de plantão, sem dormir e doze horas de serviço pela frente dirigindo uma viatura policial, com futebol e um evento de grande porte no Parque Barigui pela frente. Decidi sair de casa e tentar dormir em algum outro lugar. Dirigi até Santa Felicidade e estacionei meu veículo próximo às viaturas. Por ali fiquei entre cochilos e despertares insólitos...

Estou em casa, muito cansado e indignado. Eu me pergunto: POR QUE nós cidadãos de bem, produtivos, respeitosos, temos que ser reféns de um grupo de VAGABUNDOS?

Não há local em que não se repita isso, porque o poder público simplesmente LAVOU AS MÃOS como Pilatos, fazendo de toda uma sociedade CRISTOS diante de uma pequena parcela de delinquentes.

Não há justificativa para isso, pois, afinal, EXISTEM casas noturnas de todos os tipos com ISOLAMENTO ACÚSTICO exatamente para esse fim. Ninguém perde o seu "direito" de ouvir sua "música" predileta devido a falta de meios tecnológicos que evitem o desagrado dos demais.

SABEMOS que a maioria desses casos são de VEÍCULOS que ais parecem danceterias ambulantes.

Chegamos em casa e só queremos descansar, mas não temos esse DIREITO BÁSICO garantido, somos obrigados a viver em constante ESTRESSE, sem nem menos ter um sono reparador, sem poder assistir nosso programa favorito de TV e tendo que implorar ao transgressor que nos respeite.

ISSO TEM QUE ACABAR, e somos nós POPULAÇÃO quem tem que dar um basta nisso pressionando o poder público de todas as formas.

ALGUMAS SUGESTÕES:

-CARRO só poderia circular com som ambiente, ou seja, quem tem que ouvir é quem está dentro do carro, isso também ATRAPALHA o trânsito;

-TEM que existir um previsão legal mais clara, específica, do que a mera "perturbação do sossego";

-Não são só os estabelecimentos comerciais que devem ser fiscalizados, mas TODO e QUALQUER cidadão que não respeite a vivência em sociedade;

-NAS zonas residenciais o barulho dever estar restrito ao período diurno, e só o barulho de atividades necessárias, todo o resto deve estar restrito às paredes do imóvel de quem produz esse barulho;

-A zona residencial deve ser considerada ZONA TERAPÊUTICA, pois é nela que o/a cidadão/ cidadã busca o descanso reparador para conseguir continuar com sua rotina. Exposição à poluição sonora é também um caso de saúde pública;

-Para as festas, as confraternizações, etc, existem os salões de festa. A casa, sendo asilo inviolável do indivíduo, deve também ser protegida de outras formas de invasão, ao cidadão deve ser imposto apenas o barulho que ele mesmo produz, e somente para si;

-As leis que inibem a poluição sonora dever ser rígidas, claras e exequíveis;

-A polícia tem que ser aparelhada para combater esse mal com DECIBELIMETROS em todas as viaturas, chegar de impor ao policial a vergonha de ter que "orientar" o infrator apenas. Isso faz com que a polícia perca sua credibilidade para manter a ordem. Ao infrator a mão dura da lei;

-UMA MUDANÇA URGENTE no Código Brasileiro de Trânsito, ou uma LEI específica, que preveja a questão do som alto e imponha uma sanção ao responsável pelo veículo, como multa de trânsito que invibialize a renovação de certos documentos sem seu pagamento. Indo além da mera "alteração de características do veículo".

Senhor político, a sociedade sofre, vamos dar um fim a esse sofrimento?

CIDADÃO:

Vamos nos engajar na cidade, estado e na esfera federal para mudar esse estado de coisas.

Isaías Gonçalves de Oliveira.
 
FONTE: Inspetor Frederico

domingo, 4 de março de 2012

Guarda Municipal no Paraná Seguro

Dá muito orgulho reproduzir essa reportagem, mas devemos reconher que as nossas polícias civil e militar tem uma forte história e estão mudando, se adaptando à nova realidade. É importante saber que nossa GMC é respeitada pela população e pelas outras polícias, o trabalho na UPS foi importante para firmar ainda mais essa cooperação.

 

PARANÁ SEGURO

Albari Rosa/ Gazeta do Povo
Albari Rosa/ Gazeta do Povo / Jornalistas da Gazeta do Povo foram abordados cinco vezes, sempre pela Guarda Municipal. Foto reproduz uma das abortagens Jornalistas da Gazeta do Povo foram abordados cinco vezes, sempre pela Guarda Municipal. Foto reproduz uma das abortagens
Operação

Guardas municipais são maioria entre os agentes

Apesar de a UPS ser um projeto do governo estadual, a reportagem constatou pequena presença da Polícia Militar

Albari Rosa/ Gazeta do Povo
Albari Rosa/ Gazeta do Povo / Uberaba amanhece sob a vigilância da polícia 
Uberaba amanhece sob a vigilância da polícia
Símbolo de calmaria






Na manhã de sexta-feira, dia seguinte da ocupação, Andres, 6 anos, (foto) agitava uma bandeira do Brasil no meio de uma das ruas da Vila União. O gesto parecia simbolizar a calmaria que paira sobre o bairro. O avô dele, o aposentado João Reis da Costa, 63 anos, também torce para que sejam tempos de paz. O sul-matogrossense que migrou a Curitiba há 12 anos e se instalou com a família no Uberaba tem a receita para manter a violência afastada: voltar a conviver com filhos e 11 netos e ter um bom relacionamento com os vizinhos. Para ele, a presença da polícia tende a reforçar a sensação de segurança. “Às vezes eu penso: será que dá para sair? Agora, com mais polícia, melhora”, diz.
Futuro
Líderes reclamam da falta de diálogo


A falta de diálogo entre o governo do estado e a população para deflagrar a implantação da Unidade Paraná Seguro (UPS) no Uberaba ficou evidente na fala de líderes comunitários e integrantes de entidades representativas do bairro. De um modo geral, as lideranças aprovam a iniciativa, mas ainda não sabem ao certo quais serão os próximos rumos do projeto. “Todas as informações que temos vieram por meio da imprensa. Não sabemos como vai ser”, confirma o presidente do Conselho de Segurança (Conseg) do Uberaba, José Aparecido Dudu da Silva.
Teorias para as causas da violência no bairro estão na ponta da língua dos representantes dos grupos. Eles atribuem os altos índices de criminalidade ao crescimento desordenado do Uberaba – marcado por diversas áreas de invasão – e relacionam o fenômeno a falhas do governo na prestação de serviços básicos, como saúde, educação e lazer. “Nas escolas não há contraturno para atender a todas as crianças. É preciso retirar as crianças das ruas, fazer um trabalho preventivo”, defende o secretário do Conseg, Paulo Duarte, conhecido no bairro como Papai Noel.


Infraestrutura

Com a falta de infraestrutura, atividades para ocupar o tempo ocioso e perspectivas, os jovens se encontram mais vulneráveis às drogas. Na avaliação das lideranças do bairro, o tráfico está na raiz da violência. “Ninguém rouba para comprar comida para a família. Quem rouba é sempre para comprar drogas”, exemplifica Duarte.
Apesar disso, os moradores parecem otimistas e esperançosos com o futuro. “É um bairro que tinha muita violência, mas é um bairro de gente boa, de gente que trabalha e que quer construir um lugar para viver feliz. Tendo o mínimo de condições, o resto é com a gente”, diz Dudu da Silva. (DR, FA e MK)

Durante as 24 horas ininterruptas em que permaneceu na região onde o governo do estado está implantando a primeira UPS, no Uberaba, a reportagem da Gazeta do Povo constatou presença maior da Guarda Municipal (GM) em relação à Polícia Militar (PM). A UPS é um projeto estadual, embora com declarado apoio da prefeitura de Curitiba. O comando das polícias Civil e Militar informou que por motivo de estratégia não divulga o número de policiais que permanecem na operação, mas havia uma visível supremacia dos guardas municipais, numa proporção de pelo menos dois por um, ao longo da madrugada de sexta-feira e no decorrer do dia.



De acordo com o comando da GM, 115 homens e mulheres, de um efetivo de 1.650, foram deslocados para apoiar o governo do estado nesse projeto piloto. Os guardas pareciam em maior volume sobretudo nos principais pontos de acesso às 12 vilas que compõem esse extremo do bairro Uberaba. No tempo em que estiveram na região de abrangência da UPS, os cinco jornalistas da Gazeta do Povo foram abordados cinco vezes nos bloqueios de segurança – todas as abordagens foram feitas pela Guarda Municipal. A equipe de jornalistas só se identificava depois de concluída a abordagem, uma forma de avaliar o trabalho prestado à comunidade. Nos cinco episódios o contato foi respeitoso.
Para Edna Paixão da Silva dos Santos, líder comunitária da Vila Icaraí, a Guarda Municipal é referência de bom atendimento. “Quando preciso de algo, ligo para eles”, conta. Ela explica que até as abordagens ou “gerais” realizadas pela Guarda ocorrem com respeito e educação. “A polícia já chega querendo bater”, resume.


Avanços e retrocessos


O tráfico no Paraná avança porque, capitalizados pela venda de drogas, os marginais buscam se instalar nos vazios do Estado, que não são poucos. Curitiba, por exemplo, tem 258 ocupações irregulares, áreas preferidas por eles para manter os negócios. Não por acaso, essas localidades concentram os maiores índices de violência.
Talvez pela distância, a polícia raramente aparece. Soa como um problema menor se comparado ao que se vê nos morros cariocas, mas não é. As regras do tráfico são iguais em todo lugar. As características e os motivos dos homicídios são sempre os mesmos: jovens mortos por dívidas ou disputa de território.
Vez ou outra, o poder público esboça alguma tentativa de enfrentamento, mas o poder do tráfico é muito ramificado. As UPS são uma tentativa do Estado de evitar que se chegue ao extremo da falta de controle sobre essas áreas. Não é para menos. As taxas de homicídios são um forte indicativo de que precisa haver políticas públicas mais eficientes nesses locais.


Memórias da chacina


Pouco antes da meia-noite de quinta-feira, a atmosfera era de plena tranquilidade no bar encravado no coração da Vila União. A dona do botequim, Noemi de Cássia, assistia a uma minissérie na tevê, acompanhada de dois cães, dois gatos e de um único cliente, que bebericava uma batida de amendoim. “No meio de semana, é fraco mesmo”, resignava-se Noemi.
Mais de dois anos atrás, em novembro de 2009, o mesmo botequim foi um dos alvos da “Chacina do Uberaba”. Dos oito mortos, três estavam no bar. Nas paredes, os buracos abertos pelos tiros ainda permanecem. De lá para cá, a proprietária do estabelecimento viu o movimento despencar. Agora, com a instalação da UPS, ela parece lacônica. “Aonde vai ser [a sede da UPS]? Aqui, ninguém sabe de nada”, disse.
Habitué do bar e único cliente da noite, o pedreiro Israel Lourenço, sentiu, logo pela manhã, que a polícia estava presente no bairro: a casa em que ele mora sozinho foi revistada por policiais militares. Apesar do susto, ele avalia a ação com bons olhos. “É o serviço deles e é pra gente ter mais segurança. Agora, tem que ver se eles vão ficar por aqui. Vir só por um dia não adianta”, resume.


FONTE:Gazeta do Povo

quinta-feira, 1 de março de 2012

Para los agentes de policía de otros países.


Estoy muy contento de saber que muchos compañeros de la policía en todo el mundo buscan información acerca de la guardia municipal en este blog.

El azul es nuestro color, el color de los uniformes, de nuestros sueños e ideales. Este es un color globalmente aceptado en la seguridad pública. Nuestro lema es "SALUDOS AZUL MARINO!".

Aquí en Brasil no tenemos el reconocimiento legal de nuestra función  de policía. Sin embargo, somos reconocidos como tales por la población y esto es lo importante.
Esperemos que pronto lleguen a reconocer la legalidade de nuestro trabajo . Hay un cambio en la ley sobre este tema en nuestro Parlamento, es sólo cuestión de tiempo.  

Todavía tenemos dos policías "medio ciclo" en el estado (algo así como "provincia"). Policía Militar, que es la instituición policial que patrulla las calles, y un policía que se encarga de la investigación, la Policía Civil,  nuestra polícia judicial. A nivel federal hay tres instituciones policiales: la Policía Federal, Policía Federal de Caminos y la Policía Federal de Ferrocarriles.

Nuestra institución ayuda a las policíay cuida de la gente en los parques, escuelas y otros servicios municipales.

Estamos todavía "en construcción".

Deja un comentario más abajo, gracias.

To Police Officers of Other Countries

I'm happy to know that friends around the world search information about our Guarda Municipal in this blog.

Blue is our color, color of our uniform, dreams and ideals. This is an worldwide accepted color of public security. Our motto is "greetings navy blue"!

Here in Brazil we aren't recognized like "police" by the law yet. But people recognize our work, this is the most important. We expect soon this recognition come. There's a change of law about this in our Parliament ( PEC, proposed constitutional amendment), it's a time question. We have, still, only two state police instituitions of "half-cycle", Policia Militar (Military Police) that do the street patrol and Polícia Civil that do the criminal investigation, it's our judicial police. At the Federal level we have other three police instituitions, Federal Police, Federal Highway Police and Federal Railway Police.


Our Guarda helps those police institutions and take care of our city population in the squares, parks schools and other city services.

We are "under construction".

Please leave a comment to us below, thanks.



Unidade Paraná Seguro é instalada na região do Uberaba


Policiais ocuparam a região por volta das 6 horas desta quinta-feira e pretendem mapear pontos de tráfico de drogas do Uberaba e das proximidades

 Aproximadamente 450 policiais militares, civis e guardas municipais participam de uma ação na região do bairro Uberaba, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira (1º), para instalar a primeria unidade pacificadora do estado. O projeto piloto do Paraná é semelhante ao do Rio de Janeiro, porém, a Unidade Paraná Seguro (UPS) – como é chamada aqui – não conta com a participação do Exército (como ocorre na versão carioca), mas com as polícias Militar e Civil do estado.
Aniele Nascimento / Agência de Noticias Gazeta do Povo
Aniele Nascimento / Agência de Noticias Gazeta do Povo / Polícia Militar e Guarda Municipal participam de ação no Uberaba, em Curitiba 
Polícia Militar e Guarda Municipal participam de ação no Uberaba, em Curitiba
Polícia carioca troca arma pela conversa
As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro tem o objetivo de aproximar a população dos agentes públicos e reduzir os índices de criminalidade. A reportagem da Gazeta do Povo foi ao Rio de Janeiro, em julho de 2011, para verificar como funcionam as UPPs.

Os agentes que trabalham nas Unidades de Polícia Pacificadora são instruídos a agir sem exacerbar o poder da autoridade e a mediar conflitos, muitas vezes fazendo trabalho que não é considerado função da polícia. Mesmo que outras cidades não tenham morros ou áreas a serem retomadas de organizações criminosas, o que está aí para ser copiado da experiência carioca é a disposição real de investir em um policiamento de proximidade.
A UPP é inspirada em um modelo colombiano de combate à criminalidade (que deu certo num primeiro momento, mas já demonstra sinais de desgaste, com novas escaladas de violência). No final de 2008, a comunidade carioca do Santa Marta foi a primeira a ser retomada do controle do tráfico de drogas. De lá para cá, foram instaladas 16 UPPs. Nos próximos três anos, a meta é chegar a 40 unidades, alcançando diretamente cerca de 1,3 milhão de moradores. Os critérios para a definição de quais áreas receberão UPPs não são públicos. Mas os locais escolhidos até agora não deixam dúvida de que está sendo priorizado todo o cinturão próximo aos principais pontos turísticos e aeroportos da cidade, com vistas a garantir segurança para a realização da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016.
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A meta para este ano é a implantação de dez unidades do Paraná Seguro em Curitiba. O governo do estado já está mapeando áreas de risco nos maiores municípios do estado, que também passarão a contar com o serviço.
Os policiais ocuparam a região por volta das 6 horas desta quinta-feira, porém, a movimentação teve início durante a madrugada. O objetivo é mapear pontos de tráfico de drogas do Uberaba e das proximidades. O tráfico está relacionado com grande parte dos crimes da região.
Ação foi desencadeada na Vila União, Icaraí, Vila Audi, Jardim Primavera, Vila Ferroviária, Alvorada, Marumbi I, Marumbi II e Notiguaçu. Além do reforço policial, a UPS vai contar com outros serviços públicos, em parceria com a prefeitura.
Três pessoas foram presas e 34 mandados de busca e apreensão foram ser cumpridos na região do Uberaba. Os malotes com os itens apreendidos foram encaminhados para o 7º. Distrito Policial. Não foi divulgado o que foi apreendido e nem o motivo da prisões.

Escolha do Uberaba
Segundo o secretário de Segurança Pública do estado, Reinaldo de Almeida César, o critério utilizado para a escolha da região onde está sendo implantada a primeira unidade da UPS foi técnico. Ele disse que o Paraná vai devolver uma vida comunitária regular aos moradores dessas regiões.
Depois que os pontos de tráfico forem identificados, em um segundo momento, serão realizadas ações saneadoras, com a prisão dos envolvidos.

Moradores aprovam ação
O conceito da unidade, conforme o secretário, não é o de intervenção, de constrangimento aos moradores. Os moradores eram revistados ao chegar e ao sair do Uberaba. A polícia colocou veículos nos principais pontos de acesso da região. Fotografias de foragidos estavam em todas as viaturas da polícia.
O clima era de tranquilidade nesta manhã. Um dos moradores ouvidos pela reportagem afirmou que concorda com a ação da polícia. “[A ação] é ruim para quem deve. Quem não deve está tranquilo. Não podemos deixar os bandidos tomarem conta”, afirmou o pedreiro Pedro Martins de Almeida, 67 anos.
O temor da população é de que as forças de segurança retirem-se do local em breve e não haja mudanças na região.

Não serão UPPs
Em setembro de 2011, quando ainda não comandava a PM, o coronel Roberson Bondaruk havia adiantado que o modelo paranaense não está baseado nas UPPs cariocas e que a polícia e secretarias municipais buscariam uma forma diferente de trabalhar em bolsões de pobreza. De acordo com Bondaruk, a ideia era que as regiões se tornassem espaços sustentáveis de segurança, para que, em longo prazo, não houvesse necessidade de “intervenções agudas” da polícia. Na entrevista coletiva de troca de comando da PM, o secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, também havia negado que o projeto paranaense seria embasado no modelo implantado no Rio de Janeiro.

FONTE:Gazeta do Povo

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mobilização?

Gente:

Estão dizendo por aí que a
PMC fez uma proposta e que hoje os guardas devem aceitar ou rejeitar a proposta. Que é isso camarada?

Na última reunião fiz a proposta de se enviar um documento com as nossas NECESSIDADES, em vez disso enviaram um documento perguntando se era verdade o que se ouvia.


Ora, agora a
PMC assumiu que vai dar o que os guardas queriam nesse momento, que negócio é esse de "aceitar ou não", como é que nós vamos rejeitar aquilo que estávamos pedindo?

AMIGOS GUARDAS, consciência, não nos deixemos manipular por interesses políticos, ainda não é o ideal, mas é 40% de aumento, com um aumento desses não tem opinião pública que aprove qualquer ato.

Considero que temos que continuar mobilizados, mas quanto à CONQUISTA de agora não existe discussão, é PEGAR COM AS DUAS MÃOS. Hora extra nunca foi salário, embora fossem costumeiras, com esse aumento estamos dizendo "adeus" a esse mal do excesso de carga horária.

INDEPENDENTE dos motivos que estão por trás do aumento o que importa é o AUMENTO, justo, importante, necessário nesse momento.

VAMOS agora reconstruir a estima profissional avariada de alguns colegas, nos fixar no que é importante, no nosso trabalho, e deixar de lado esse sofrimento, essa angústia pela qual PASSAMOS.

Levar adiante a criação do conselho de guardas, nos preparar para eleger nosso Guarda, tirar nossos projetos da gaveta e acreditar que o FUTURO está aí diante de nós.

Independente de qualquer coisa HOJE a ADMINISTRAÇÃO dá provas de que reconhece o VALOR e a IMPORTÂNCIA da nossa amada Guarda Municipal de Curitiba!

SAUDAÇÕES AZUL MARINHO!!!!

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